terça-feira, 6 de agosto de 2013

Parabéns, Nathália!

A aluna Nathália Marques, da turma 1901 foi a vencedora do Concurso Cultural OSB-Santander, com redação apresentada sob orientação da Profª Maria Tereza. Como prêmio, nossa escola receberá uma apresentação da Orquestra Sinfônica Brasileira, uma das orquestras de maior prestígio em nosso país.

Não esqueçam de parabenizar e agradecer à Nathália por nos proporcionar essa grande oportunidade!

sábado, 29 de junho de 2013

A melhor aula de minha carreira

Ontem foi um dia de grande felicidade para mim, pois ministrei a melhor aula de minha carreira, graças à colaboração dos alunos da turma 1903.

O tema de nossa aula era a I Guerra Mundial, dentro do nosso tema gerador "Guerra e Paz". Para tanto, fizemos uma dinâmica onde foi possível encenar não apenas a I Guerra, mas também o desenrolar de todo o contexto europeu anterior, incluindo a Guerra da Crimeia e a Guerra Franco-Prussiana.

Alunos e alunas receberam pequenos cartazes identificando os países participantes desses conflitos; cada aluno voluntário então passou a representar o papel de um determinado país ao longo do período histórico em questão. Conforme a necessidade, vinham à frente da turma desempenhar seu papel. A atividade ajudou a compreender as complexas dinâmicas de alianças e rivalidades envolvidas.

No entanto, a aula só foi um sucesso porque a maioria da turma se mostrou interessada, participativa e disciplinada durante todo o tempo. Em meus cinco anos de magistério no município nunca consegui desenvolver uma atividade com tanto sucesso e tamanha colaboração dos alunos.

Por sinal, já na terça-feira a turma mostrou comportamento exemplar durante outra atividade sobre o mesmo tema, baseada no livro "Era a guerra de trincheiras", do quadrinista francês Tardi.

Turma 1903, muito obrigado! Vocês não fazem ideia do quanto me deixaram contente!

Parabéns e continuem melhorando sempre!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Bom Cidadão

Quem é o bom cidadão? Quais são suas características? Como se comporta em cada lugar?

O bom cidadão procura sempre cumprir seus deveres e respeitar os direitos dos outros cidadãos; sempre que necessário, defende seus próprios direitos e aqueles da coletividade.

Busca o bem da comunidade em todas as suas atitudes.

Em casa, trata os seus familiares com respeito e dedicação. Cuida da saúde, da educação e do bem-estar da sua família. Evita ouvir música alta ou fazer barulhos que incomodem seus vizinhos. Mantém sua casa limpa, para que não se torne foco de epidemias para a vizinhança.

Trata os vizinhos com respeito, educação e gentileza, socorrendo-os sempre que precisem de ajuda.

Na rua, respeita as leis do trânsito, agindo com prudência. Não joga lixo no chão, colaborando com a limpeza urbana. Quando vê algum problema sério ajuda a resolvê-lo ou alerta as autoridades competentes para que possam resolvê-lo.

O bom cidadão paga corretamente seus impostos, para que beneficiem a coletividade, e cobra o bom uso desses impostos.

Ele procura sempre fazer bom uso dos serviços públicos, colaborando para sua manutenção e bom funcionamento, evitando todo uso desonesto do patrimônio público.

No trabalho, realiza suas tarefas com responsabilidade, procurando ser sempre prestativo, dedicado e competente.

Nos transportes coletivos respeita as regras de convivência, especialmente cedendo lugar a idosos, gestantes e portadores de necessidades especiais. Usa seu fone de ouvido, pois sabe que nem todos gostam de ouvir as mesmas músicas, evitando incomodar os outros passageiros.

Acompanha as ações de governantes e políticos e procura sempre fazer escolhas críticas e conscientes, especialmente em relação ao exercício do voto.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Alunos destaque

No último conselho de classe foram escolhidos pelos professores os alunos que mais se destacaram positivamente em cada turma durante o primeiro bimestre! Parabéns a eles e todos os demais alunos que conquistaram resultados positivos nessa primeira etapa!


1101
Yasmin Godoy Rodrigues Meireles Hygino

1102
Laura Oliveira de Lima

1201
Alessandro Cardoso Batista

1202
Vitória Ferreira Couto

1301
Larissa Andrade da Silva

1302
Alexandre Torres de Oliveira Junior

1401
Thamires de Oliveira Marques

1402
Beatriz da Silva Machado

1403
Jefferson Carvalho Trindade

1501
Thamires Nascimento Sampaio Monteiro

1501
Fabianny Nathaly Bastos dos Santos

1503
Vitor Hugo

1601
Maurício Quirino Marques Junior

1602
Ruan Teixeira de Oliveira Marques

1603
Anna Beatriz Rolim Lins

1604
Vanessa Sá dos Santos

1701
Brenno William Gonçalves Ferreira

1702
Maria Eduarda Salles Santos Carvalho

1703
Michaele de Souza Queiroz

1704
Giovanna Bruno de Maia

1705
Vitoria Gabriela Gomes Gonçalves

1801
Fernando Marra Moreira Santos

1802
Lysandra Cristina Magalhães

1803
Evelin de Carvalho Domingos da Silva

1804
Juan Angelo Soares

1805
Gabriel Balbino Monteiro

1806
Kharoline de Assis Freitas Delfino

1901
Nathalia de Oliveira Marques

1902
Linn Marques Sacramento

1903
Cindy Raísa do Carmo Pereira

1904
Julia Rodrigues Gomes

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Recontando Alice

Nesse primeiro bimestre, as turmas dos 4º e 5º anos, sob orientação da Prof.ª Rosiane Dourado, fizeram uma série de trabalhos a partir de uma história que encanta até hoje crianças e adultos: “Alice no País das Maravilhas”. Essa fantástica história da menina Alice que descobre um mundo mágico com seres fantásticos tem significados para a vida real. Vale saber que cada personagem do livro representa um comportamento ou uma característica (defeito ou qualidade) de uma pessoa ou de um lugar que podemos conhecer. Escrito pelo inglês Lewis Carroll, no século XIX, o livro é uma história incrível com críticas ao nosso mundo real.
As crianças fizeram ilustrações dos personagens e depois criaram pequenas “instalações” nas mesas da sala de Artes, utilizando cartas de baralho. A inspiração veio das ilustrações feitas por Luiz Zerbini, numa das mais recentes edições do livro.
Curtam algumas das fotos e aguardem, pois em breve elas e várias outras farão parte do livro “Recontando Alice”. Fica também a seguinte dica: o livro “Através do espelho e o que Alice encontrou lá” e o filme “Alice no País das Maravilhas” de Tim Burton.




terça-feira, 7 de maio de 2013

Descobrindo a História...

Durante as aulas de História a turma 1806 realizou uma redação sobre fontes primárias, baseada no filme "As aventuras de Tintin". As alunas Ana Júlia e Poliana escreveram um excelente texto sobre o tema:

"Pedro foi mexer no armário de sua avó, que estava cheio de coisas antigas, quando encontrou algo inesperado. Ele encontrou um livro, que estava em uma língua diferente que ele não conhecia. Ele ficou curioso para saber o que estava escrito no livro, e foi perguntar para a sua avó, para saber do que se tratava o livro.

A vó de Pedro explicou que aquele livro era do avô dele, e o avô tinha explicado para ela tudo o que o livro dizia. Ela explicou que aquele livro era do avô dele, e o avô tinha explicado para ela tudo o que o livro dizia. Ela explicou também que o livro contava a história dos ancestrais de Pedro, os negros africanos, e como foi o período de escravidão deles aqui no Brasil.

Pedro já tinha estudado sobre a escravidão, mas não sabia que esse assunto de escravidão estava tão próximo dele. Ele e a vó passaram horas e horas conversando sobre o assunto. Pedro então resolveu fazer pesquisas e se inteirar mais sobre o assunto."

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Prof. Luiz Fabiano na revista História Viva

Está nas bancas a revista História Viva deste mês, onde foi publicado um artigo do Prof. Luiz Fabiano, de História, sob o título "Os egressos da França Antártica".


domingo, 14 de abril de 2013

O dia mais longo da creche


Aproveitando o sucesso da animação de curta-metragem The longest daycare (O dia mais longo da creche), desenvolvemos uma tarefa em que os alunos teriam de descrever com riqueza de detalhes, individualmente ou em grupo, as cenas que viam. Após revisarem seus textos, os alunos entregaram-nos para uma seleção, em que o melhor de cada turma seria exposto aqui no nosso blog!

Vejamos, então, como os nossos alunos descrevem o curta da Fox The longest Daycare. Primeiro, o vídeo; depois, os textos.




1902, por Bianca Lima e Tainá Duarte:

Marge leva sua filha Maggie no seu primeiro dia na creche. Chegando lá, ajeita os cabelos e o lacinho de sua filha e entra no local com ela, então a deixa sentada e vai embora. Vem um segurança, a pega e coloca a menina em frente a uns aparelhos com outras crianças, para ver se ela tem alguma doença e algum tipo de especialidade. Percebem que a garotinha não tem nenhum dos dois e a colocam em uma área reservada sem nada de especial.

Lá ela encontra crianças desenhando, pintando e resolve brincar junto com a criançada, aí observa um menino comendo tinta e se assusta quando ele pergunta se ela quer comer também. Logo em seguida, se depara com um garotinho que "esmaga" borboletas na parede. A menina olha para o chão e vê uma pequena lagarta. O menino então percebe. Maggie age rapidamente e a esconde na sobrancelha. O garoto fica meio desconfiado, mas vai embora.

A garota sai correndo e acaba encontrando um livro que mostra o desenvolvimento das lagartas, o abre e vê, aí lembra do pequeno menininho que mata borboletas. O garoto aparece e a menininha joga terra na cara dele e corre. Ela passa por um trenzinho de brinquedo e depois por vários bebês com andadores. Maggie acaba caindo e o vaso de flores que estava em suas mãos se quebra. A garota coloca a lagarta, que se transformou em borboleta, para voar, mas o menino mau acaba fechando a janela e esmaga o suposto inseto. Maggie então faz um grande drama na frente do malvado garoto e ele faz caras e bocas como se fosse o melhor.

Marge chega para buscar sua filha. A pequena garotinha vai embora triste e escondendo seu rosto, então o garoto se surpreende ao ver que a borboleta era apenas um lacinho na janela.

Maggie entra no carro e o inseto, que estava disfarçado de lacinho, vai embora pela janela em busca da liberdade, voando pelo céu. A menina fica toda contente ao ver sua linda amiguinha livre.

1904, por Laura Viana e Karla Leça:

Maggie, em seu primeiro dia na creche, assim que chega, passa por uma avaliação para testar sua inteligência e ver se tinha algo de especial. Não tendo nada de "novo", e um nível de inteligência normal, a bebê é colocada em uma sala com bebês problemáticos.

Ao ficar um tempo nessa sala, percebeu que duas crianças se destacavam: um garoto que comia cola e outro psicopata; o que mais se destacava entre os dois era o psicopata, pois tinha mania de matar borboletas.

Até que Maggie avista uma lagarta e fica "amiga" dela. Quando ela se tocou que a lagarta ia virar uma borboleta, resolveu salvá-la do menino maluco. Ela bota a lagarta em uma planta que estava dentro de um vaso, e sai correndo com o vaso na mão, e o garoto a persegue desesperadamente passando por uma série de obstáculos.

Quando chega numa sala, Maggie cai e deixa o vaso cair junto. Nisso, a lagarta vira borboleta... Quando finalmente a borboleta vai voar pela janela, o garoto a fecha e esmaga a borboleta.

Aí, então, chega a hora de ir embora e a mãe de Maggie vai buscá-la, e ela sai com uma aparência triste e deprimida. Chegando na sala novamente, o garoto levanta a janela e vê que não era a borboleta, era o lacinho de Maggie, e a bebê heroína fica contente, ao ver que conseguiu enganar o garoto e salvar a borboleta!

1905, por Nelson Castro, Pedro Sales e Débora dos Santos:

Marge leva Maggie para a creche e Maggie está sendo detectada. A inspetra leva Maggie para uma área nada especial.

Um garoto levado faz de tudo para arruinar o dia de Maggie, que faz amizade com uma lagarta. Maggie tenta protegê-la contra a maldade do garoto, que é enganado pelo laço de Maggie e a borboleta sai da creche com a menina feliz da vida.

sábado, 13 de abril de 2013

"Quem se contenta"

Conto de Ítalo Calvino, escritor italiano

Havia um país em que tudo era proibido.

Ora, como a única coisa não proibida era o jogo de bilharda, os súditos se reuniam em certos campos que ficavam atrás da aldeia e ali, jogando bilharda, passavam os dias.

E como as proibições tinham vindo paulatinamente, sempre por motivos justificados, não havia ninguém que pudesse reclamar ou que não soubesse se adaptar.

Passaram-se os anos. Um dia, os condestáveis viram que não havia mais razão para que tudo fosse proibido e enviaram mensageiros para a avisar os súditos que podiam fazer o que quisessem.

Os mensageiros foram àqueles lugares onde os súditos costumavam se reunir.

- Saibam - anunciaram - que nada mais é proibido.

Eles continuaram a jogar bilharda.

-Entenderam? - os mensageiros insistiram. - Vocês estão livres para fazer o que quiserem.

-Muito bem - responderam os súditos. - Nós jogamos bilharda.

Os mensageiros se empenharam em recordar-lhes quantas ocupações belas e úteis havia, às quais eles tinham se dedicado no passado e poderiam agora novamente se dedicar. Mas eles não prestavam atenção e continuavam a jogar, uma batida atrás da outra, sem nem mesmo tomar fôlego.

Vendo que as tentativas eram inúteis, os mensageiros foram contar aos condestáveis.

-Nem uma, nem duas - disseram os condestáveis. - Proibamos o jogo de bilharda.

Aí então o povo fez uma revolução e matou-os todos.

Depois, sem perder tempo, voltou a jogar bilharda.


(Ítalo Calvino, Um general na biblioteca. Companhia das Letras, 2010)

domingo, 7 de abril de 2013

Novo modelo de prova: as mídias a serviço do aprendizado!

Vejam a prova de língua portuguesa que as turmas 1902, 1904 e 1905 fizeram na última sexta-feira, 05/04/2013. Utilizar mídias na escola, mais do que qualquer coisa, deve habilitar nossos jovens a lidarem com os desafios do dia-a-dia, expressando-se de forma eficiente através da escrita e associando a teoria das aulas à prática da vida.

Pelas fotos, podemos ver que todos se interessaram, apesar da reclamação de alguns pela dificudade.

http://prezi.com/glaxezgdipcl/untitled-prezi/?kw=view-glaxezgdipcl&rc=ref-4323163


Turma 1902:

Turma 1904:

Turma 1905:

O analfabeto político

Texto do dramaturgo alemão Bertold Brecht


O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio 
dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, 
pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.
Nada é impossível de Mudar.
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem 
sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural, nada deve parecer impossível de mudar.