Blog da Escola Municipal Quintino Bocaiúva, dedicado a alunos, professores, funcionários, responsáveis e amigos. Aqui você encontra informações, trabalhos e notícias.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
O dia mais longo da creche
Aproveitando o sucesso da animação de curta-metragem The longest daycare (O dia mais longo da creche), desenvolvemos uma tarefa em que os alunos teriam de descrever com riqueza de detalhes, individualmente ou em grupo, as cenas que viam. Após revisarem seus textos, os alunos entregaram-nos para uma seleção, em que o melhor de cada turma seria exposto aqui no nosso blog!
Vejamos, então, como os nossos alunos descrevem o curta da Fox The longest Daycare. Primeiro, o vídeo; depois, os textos.
Vejamos, então, como os nossos alunos descrevem o curta da Fox The longest Daycare. Primeiro, o vídeo; depois, os textos.
1902, por Bianca Lima e Tainá Duarte:
Marge leva sua filha Maggie no seu primeiro dia na creche. Chegando lá, ajeita os cabelos e o lacinho de sua filha e entra no local com ela, então a deixa sentada e vai embora. Vem um segurança, a pega e coloca a menina em frente a uns aparelhos com outras crianças, para ver se ela tem alguma doença e algum tipo de especialidade. Percebem que a garotinha não tem nenhum dos dois e a colocam em uma área reservada sem nada de especial.
Lá ela encontra crianças desenhando, pintando e resolve brincar junto com a criançada, aí observa um menino comendo tinta e se assusta quando ele pergunta se ela quer comer também. Logo em seguida, se depara com um garotinho que "esmaga" borboletas na parede. A menina olha para o chão e vê uma pequena lagarta. O menino então percebe. Maggie age rapidamente e a esconde na sobrancelha. O garoto fica meio desconfiado, mas vai embora.
A garota sai correndo e acaba encontrando um livro que mostra o desenvolvimento das lagartas, o abre e vê, aí lembra do pequeno menininho que mata borboletas. O garoto aparece e a menininha joga terra na cara dele e corre. Ela passa por um trenzinho de brinquedo e depois por vários bebês com andadores. Maggie acaba caindo e o vaso de flores que estava em suas mãos se quebra. A garota coloca a lagarta, que se transformou em borboleta, para voar, mas o menino mau acaba fechando a janela e esmaga o suposto inseto. Maggie então faz um grande drama na frente do malvado garoto e ele faz caras e bocas como se fosse o melhor.
Marge chega para buscar sua filha. A pequena garotinha vai embora triste e escondendo seu rosto, então o garoto se surpreende ao ver que a borboleta era apenas um lacinho na janela.
Maggie entra no carro e o inseto, que estava disfarçado de lacinho, vai embora pela janela em busca da liberdade, voando pelo céu. A menina fica toda contente ao ver sua linda amiguinha livre.
1904, por Laura Viana e Karla Leça:
Maggie, em seu primeiro dia na creche, assim que chega, passa por uma avaliação para testar sua inteligência e ver se tinha algo de especial. Não tendo nada de "novo", e um nível de inteligência normal, a bebê é colocada em uma sala com bebês problemáticos.
Ao ficar um tempo nessa sala, percebeu que duas crianças se destacavam: um garoto que comia cola e outro psicopata; o que mais se destacava entre os dois era o psicopata, pois tinha mania de matar borboletas.
Até que Maggie avista uma lagarta e fica "amiga" dela. Quando ela se tocou que a lagarta ia virar uma borboleta, resolveu salvá-la do menino maluco. Ela bota a lagarta em uma planta que estava dentro de um vaso, e sai correndo com o vaso na mão, e o garoto a persegue desesperadamente passando por uma série de obstáculos.
Quando chega numa sala, Maggie cai e deixa o vaso cair junto. Nisso, a lagarta vira borboleta... Quando finalmente a borboleta vai voar pela janela, o garoto a fecha e esmaga a borboleta.
Aí, então, chega a hora de ir embora e a mãe de Maggie vai buscá-la, e ela sai com uma aparência triste e deprimida. Chegando na sala novamente, o garoto levanta a janela e vê que não era a borboleta, era o lacinho de Maggie, e a bebê heroína fica contente, ao ver que conseguiu enganar o garoto e salvar a borboleta!
1905, por Nelson Castro, Pedro Sales e Débora dos Santos:
Marge leva Maggie para a creche e Maggie está sendo detectada. A inspetra leva Maggie para uma área nada especial.
Um garoto levado faz de tudo para arruinar o dia de Maggie, que faz amizade com uma lagarta. Maggie tenta protegê-la contra a maldade do garoto, que é enganado pelo laço de Maggie e a borboleta sai da creche com a menina feliz da vida.
Marge leva sua filha Maggie no seu primeiro dia na creche. Chegando lá, ajeita os cabelos e o lacinho de sua filha e entra no local com ela, então a deixa sentada e vai embora. Vem um segurança, a pega e coloca a menina em frente a uns aparelhos com outras crianças, para ver se ela tem alguma doença e algum tipo de especialidade. Percebem que a garotinha não tem nenhum dos dois e a colocam em uma área reservada sem nada de especial.
Lá ela encontra crianças desenhando, pintando e resolve brincar junto com a criançada, aí observa um menino comendo tinta e se assusta quando ele pergunta se ela quer comer também. Logo em seguida, se depara com um garotinho que "esmaga" borboletas na parede. A menina olha para o chão e vê uma pequena lagarta. O menino então percebe. Maggie age rapidamente e a esconde na sobrancelha. O garoto fica meio desconfiado, mas vai embora.
A garota sai correndo e acaba encontrando um livro que mostra o desenvolvimento das lagartas, o abre e vê, aí lembra do pequeno menininho que mata borboletas. O garoto aparece e a menininha joga terra na cara dele e corre. Ela passa por um trenzinho de brinquedo e depois por vários bebês com andadores. Maggie acaba caindo e o vaso de flores que estava em suas mãos se quebra. A garota coloca a lagarta, que se transformou em borboleta, para voar, mas o menino mau acaba fechando a janela e esmaga o suposto inseto. Maggie então faz um grande drama na frente do malvado garoto e ele faz caras e bocas como se fosse o melhor.
Marge chega para buscar sua filha. A pequena garotinha vai embora triste e escondendo seu rosto, então o garoto se surpreende ao ver que a borboleta era apenas um lacinho na janela.
Maggie entra no carro e o inseto, que estava disfarçado de lacinho, vai embora pela janela em busca da liberdade, voando pelo céu. A menina fica toda contente ao ver sua linda amiguinha livre.
1904, por Laura Viana e Karla Leça:
Maggie, em seu primeiro dia na creche, assim que chega, passa por uma avaliação para testar sua inteligência e ver se tinha algo de especial. Não tendo nada de "novo", e um nível de inteligência normal, a bebê é colocada em uma sala com bebês problemáticos.
Ao ficar um tempo nessa sala, percebeu que duas crianças se destacavam: um garoto que comia cola e outro psicopata; o que mais se destacava entre os dois era o psicopata, pois tinha mania de matar borboletas.
Até que Maggie avista uma lagarta e fica "amiga" dela. Quando ela se tocou que a lagarta ia virar uma borboleta, resolveu salvá-la do menino maluco. Ela bota a lagarta em uma planta que estava dentro de um vaso, e sai correndo com o vaso na mão, e o garoto a persegue desesperadamente passando por uma série de obstáculos.
Quando chega numa sala, Maggie cai e deixa o vaso cair junto. Nisso, a lagarta vira borboleta... Quando finalmente a borboleta vai voar pela janela, o garoto a fecha e esmaga a borboleta.
Aí, então, chega a hora de ir embora e a mãe de Maggie vai buscá-la, e ela sai com uma aparência triste e deprimida. Chegando na sala novamente, o garoto levanta a janela e vê que não era a borboleta, era o lacinho de Maggie, e a bebê heroína fica contente, ao ver que conseguiu enganar o garoto e salvar a borboleta!
1905, por Nelson Castro, Pedro Sales e Débora dos Santos:
Marge leva Maggie para a creche e Maggie está sendo detectada. A inspetra leva Maggie para uma área nada especial.
Um garoto levado faz de tudo para arruinar o dia de Maggie, que faz amizade com uma lagarta. Maggie tenta protegê-la contra a maldade do garoto, que é enganado pelo laço de Maggie e a borboleta sai da creche com a menina feliz da vida.
sábado, 13 de abril de 2013
"Quem se contenta"
Conto de Ítalo Calvino, escritor italiano
Havia um país em que tudo era proibido.
Ora, como a única coisa não proibida era o jogo de bilharda, os súditos se reuniam em certos campos que ficavam atrás da aldeia e ali, jogando bilharda, passavam os dias.
E como as proibições tinham vindo paulatinamente, sempre por motivos justificados, não havia ninguém que pudesse reclamar ou que não soubesse se adaptar.
Passaram-se os anos. Um dia, os condestáveis viram que não havia mais razão para que tudo fosse proibido e enviaram mensageiros para a avisar os súditos que podiam fazer o que quisessem.
Os mensageiros foram àqueles lugares onde os súditos costumavam se reunir.
- Saibam - anunciaram - que nada mais é proibido.
Eles continuaram a jogar bilharda.
-Entenderam? - os mensageiros insistiram. - Vocês estão livres para fazer o que quiserem.
-Muito bem - responderam os súditos. - Nós jogamos bilharda.
Os mensageiros se empenharam em recordar-lhes quantas ocupações belas e úteis havia, às quais eles tinham se dedicado no passado e poderiam agora novamente se dedicar. Mas eles não prestavam atenção e continuavam a jogar, uma batida atrás da outra, sem nem mesmo tomar fôlego.
Vendo que as tentativas eram inúteis, os mensageiros foram contar aos condestáveis.
-Nem uma, nem duas - disseram os condestáveis. - Proibamos o jogo de bilharda.
Aí então o povo fez uma revolução e matou-os todos.
Depois, sem perder tempo, voltou a jogar bilharda.
(Ítalo Calvino, Um general na biblioteca. Companhia das Letras, 2010)
Havia um país em que tudo era proibido.
Ora, como a única coisa não proibida era o jogo de bilharda, os súditos se reuniam em certos campos que ficavam atrás da aldeia e ali, jogando bilharda, passavam os dias.
E como as proibições tinham vindo paulatinamente, sempre por motivos justificados, não havia ninguém que pudesse reclamar ou que não soubesse se adaptar.
Passaram-se os anos. Um dia, os condestáveis viram que não havia mais razão para que tudo fosse proibido e enviaram mensageiros para a avisar os súditos que podiam fazer o que quisessem.
Os mensageiros foram àqueles lugares onde os súditos costumavam se reunir.
- Saibam - anunciaram - que nada mais é proibido.
Eles continuaram a jogar bilharda.
-Entenderam? - os mensageiros insistiram. - Vocês estão livres para fazer o que quiserem.
-Muito bem - responderam os súditos. - Nós jogamos bilharda.
Os mensageiros se empenharam em recordar-lhes quantas ocupações belas e úteis havia, às quais eles tinham se dedicado no passado e poderiam agora novamente se dedicar. Mas eles não prestavam atenção e continuavam a jogar, uma batida atrás da outra, sem nem mesmo tomar fôlego.
Vendo que as tentativas eram inúteis, os mensageiros foram contar aos condestáveis.
-Nem uma, nem duas - disseram os condestáveis. - Proibamos o jogo de bilharda.
Aí então o povo fez uma revolução e matou-os todos.
Depois, sem perder tempo, voltou a jogar bilharda.
(Ítalo Calvino, Um general na biblioteca. Companhia das Letras, 2010)
domingo, 7 de abril de 2013
Novo modelo de prova: as mídias a serviço do aprendizado!
Vejam a prova de língua portuguesa que as turmas 1902, 1904 e 1905 fizeram na última sexta-feira, 05/04/2013. Utilizar mídias na escola, mais do que qualquer coisa, deve habilitar nossos jovens a lidarem com os desafios do dia-a-dia, expressando-se de forma eficiente através da escrita e associando a teoria das aulas à prática da vida.
Pelas fotos, podemos ver que todos se interessaram, apesar da reclamação de alguns pela dificudade.
http://prezi.com/glaxezgdipcl/untitled-prezi/?kw=view-glaxezgdipcl&rc=ref-4323163
Turma 1902:
Turma 1904:
Turma 1905:
Pelas fotos, podemos ver que todos se interessaram, apesar da reclamação de alguns pela dificudade.
http://prezi.com/glaxezgdipcl/untitled-prezi/?kw=view-glaxezgdipcl&rc=ref-4323163
Turma 1902:
Turma 1904:
Turma 1905:
O analfabeto político
Texto do dramaturgo alemão Bertold Brecht
O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.
Nada é impossível de Mudar.
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural, nada deve parecer impossível de mudar.
O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo.
Nada é impossível de Mudar.
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural, nada deve parecer impossível de mudar.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Fotos da sala 7 com seu isolamento térmico
As janelas da sala 7 já receberam parcialmente seu revestimento isolante. Por enquanto ainda está meio "feinho", mas em breve serão realizados painéis decorativos pelos próprios alunos para cobrir as caixas longa-vida.
Vamos continuar colaborando com a campanha! Traga caixas de sua casa; divulgue o projeto e peça doações a amigos, familiares e vizinhos!
Vamos continuar colaborando com a campanha! Traga caixas de sua casa; divulgue o projeto e peça doações a amigos, familiares e vizinhos!
quinta-feira, 7 de março de 2013
Chegue na hora!
A equipe da Escola Municipal Quintino Bocaiúva alerta aos alunos quanto aos atrasos na hora da entrada. O acúmulo de faltas no primeiro tempo resulta num problema de frequência a longo prazo, que pode prejudicar a aprovação do aluno no último bimestre.
Pior ainda, os atrasos frequentes fazem com que o aluno perca conteúdos novos, explicações, atividades e avaliações, prejudicando seu aprendizado - e afinal de contas, não é para aprender que os alunos frequentam a escola?
Lembre-se: o maior prejudicado pelo atraso é sempre o aluno, porque deixa de aprender...
E aí, vamos chegar na hora?!
Pior ainda, os atrasos frequentes fazem com que o aluno perca conteúdos novos, explicações, atividades e avaliações, prejudicando seu aprendizado - e afinal de contas, não é para aprender que os alunos frequentam a escola?
Lembre-se: o maior prejudicado pelo atraso é sempre o aluno, porque deixa de aprender...
E aí, vamos chegar na hora?!
Isolamento térmico instalado na primeira sala!!!
A sala 7 foi a primeira sala a receber a instalação do isolamento térmico sustentável!
Amanhã teremos fotos da sala aqui no blog!
Amanhã teremos fotos da sala aqui no blog!
terça-feira, 5 de março de 2013
Avanços da campanha pelo isolamento térmico sustentável
O Prof. Moysés (Geografia) comunica que já conseguimos coletar cerca de 90 caixas longa-vida - cerca de 10% do total necessário para a execução de nosso projeto.
Com o material já coletado a primeira sala receberá em breve seu isolamento térmico. Não vamos deixar a peteca cair! Continuem trazendo caixinhas para nosso projeto!!!
Com o material já coletado a primeira sala receberá em breve seu isolamento térmico. Não vamos deixar a peteca cair! Continuem trazendo caixinhas para nosso projeto!!!
Carta de Abraham Lincoln para o professor de seu filho
Não é possível confirmar com absoluta certeza se esse texto é mesmo da autoria de Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos que teve importante atuação na abolição da escravidão em seu país. Com informações que circulam na Internet é sempre necessário ficar atento e não confiar em qualquer citação que aparece por aí: muitas delas são apócrifas, ou seja, o texto é atribuído a alguém que não é seu verdadeiro autor...
Ainda assim, trata-se de um texto muito bonito, que vale a pena ler. Como diria o provérbio italiano, "se não é verdadeiro, foi bem pensado"!
"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, para cada egoísta, há um líder dedicado.
Ensine-o, por favor, que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-o que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada.
Ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso.
Faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho. Ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço. Deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens.
Eu sei que estou a pedir muito, mas veja o que pode fazer, caro professor".
sexta-feira, 1 de março de 2013
Isolamento térmico sustentável - vamos colaborar?
A primeira etapa de nosso projeto de incentivo às práticas de sustentabilidade ambiental na Escola Quintino, coordenado pelo Prof. Moysés (Geografia) será a instalação de isolamento térmico sustentável nas salas de nossa escola, empregando material reciclado.
O isolamento térmico reduzirá a quantidade de calor que entra em nossas salas de aula ao longo do dia, tornando o ambiente mais fresco e confortável para alunos, professores e funcionários. Será uma solução prática, barata e ecologicamente correta para tornar nossa escola um lugar mais agradável para todos nós.
Mas para virar realidade, esse projeto necessita da cooperação de todos. A primeira etapa será a coleta de caixas longa-vida - podem ser caixas de leite, suco, bebidas à base de soja (como Ades, por exemplo), entre outros. O mais importante é o fundo metalizado das embalagens, que reflete os raios solares, impedindo a entrada do calor nas salas.
Para a concretização do projeto necessitaremos de cerca de 900 caixas. Até o momento, já conseguimos 60 - em menos de uma semana! Quanto mais rápido conseguirmos reunir esse material, mais rápido teremos maior conforto térmico na escola: só depende de nós!
Para ajudar, basta trazer as caixas abertas, recortando com tesoura, e LAVADAS com água por dentro e por fora. Veja as fotos abaixo para entender como precisamos que as caixas estejam:
Limpinha por fora...
...e por dentro, também!
Para esclarecer eventuais dúvidas, na próxima semana postaremos um vídeo com um tutorial detalhado ensinando a preparar as caixas!
O isolamento térmico reduzirá a quantidade de calor que entra em nossas salas de aula ao longo do dia, tornando o ambiente mais fresco e confortável para alunos, professores e funcionários. Será uma solução prática, barata e ecologicamente correta para tornar nossa escola um lugar mais agradável para todos nós.
Mas para virar realidade, esse projeto necessita da cooperação de todos. A primeira etapa será a coleta de caixas longa-vida - podem ser caixas de leite, suco, bebidas à base de soja (como Ades, por exemplo), entre outros. O mais importante é o fundo metalizado das embalagens, que reflete os raios solares, impedindo a entrada do calor nas salas.
Para a concretização do projeto necessitaremos de cerca de 900 caixas. Até o momento, já conseguimos 60 - em menos de uma semana! Quanto mais rápido conseguirmos reunir esse material, mais rápido teremos maior conforto térmico na escola: só depende de nós!
Para ajudar, basta trazer as caixas abertas, recortando com tesoura, e LAVADAS com água por dentro e por fora. Veja as fotos abaixo para entender como precisamos que as caixas estejam:
Limpinha por fora...
...e por dentro, também!
Para esclarecer eventuais dúvidas, na próxima semana postaremos um vídeo com um tutorial detalhado ensinando a preparar as caixas!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Artigo do Prof. Tiago na revista "Debates Culturais"
Acaba de sair na revista eletrônica "Debates Culturais" um artigo do Prof. Tiago, de Português!
Vamos prestigiar! Leia no link abaixo:
Onde há fumaça...
Vamos prestigiar! Leia no link abaixo:
Onde há fumaça...
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Quintino em dia com a Sustentabilidade
Nesse ano letivo nossa escola desenvolverá inúmeras ações visando o desenvolvimento da cultura sustentável e de conscientização ambiental. Querem saber mais? Perguntem ao Prof. Moysés; ele é o principal instigador dessa iniciativa!
Para entrar no clima, que tal assistir a um vídeo super legal?
Para entrar no clima, que tal assistir a um vídeo super legal?
Soneto de Fidelidade (Vinicius de Moraes)
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Projeto: Quintino comemora os 100 anos de Vinicius de Moraes
Nosso projeto para o ano de 2013 homenageará o centenário de nascimento do poeta carioca Vinicius de Moraes.
Vinicius nasceu em 1913 e era conhecido como "poetinha". Participou do movimento da Bossa Nova; sua parceria musical com Tom Jobim lhe garantiu duradoura fama. A mais famosa composição da dupla é "Garota de Ipanema".
Sua paixão era a poesia, mas Vinicius tirava seu sustento da carreira diplomática; atuou no corpo diplomático brasileiro em Los Angeles, Paris e Roma. Mas vamos ficando por aqui... Ainda temos muito a aprender sobre Vinicius de Moraes ao longo desse ano!
Vinicius nasceu em 1913 e era conhecido como "poetinha". Participou do movimento da Bossa Nova; sua parceria musical com Tom Jobim lhe garantiu duradoura fama. A mais famosa composição da dupla é "Garota de Ipanema".
Sua paixão era a poesia, mas Vinicius tirava seu sustento da carreira diplomática; atuou no corpo diplomático brasileiro em Los Angeles, Paris e Roma. Mas vamos ficando por aqui... Ainda temos muito a aprender sobre Vinicius de Moraes ao longo desse ano!
Parabéns, Profª Thalita!
A Escola Quintino congratula a Profª Thalita, de História, que obteve essa semana o título de Mestra em História, defendendo a dissertação "Terras e poderes: os conflitos territoriais e os domínios da Câmara do Rio de Janeiro (1700-1763)", no Programa de Pós-Graduação em História Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
Nos orgulhamos muito de nossos professores, que tanto investem em seu aperfeiçoamento pessoal e profissional! Parabéns!
Nos orgulhamos muito de nossos professores, que tanto investem em seu aperfeiçoamento pessoal e profissional! Parabéns!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Bem vindos ao novo ano letivo!
A equipe da Escola Municipal deseja a todos os alunos um excelente ano letivo de 2013! Que todos você possam aprender muito, fazer (e manter) amizades e viver os próximos meses com grande alegria! Que seja um ano de grandes realizações para todos nós!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
"Mentes que voam"
Já há três anos que a Prof.ª Rosiane Dourado (Artes Visuais) vem desenvolvendo com suas turmas um bem-sucedido projeto de produção de animações, em parceria com a iniciativa Anima Escola, organizada pelo Anima Mundi. O primeiro foi Sonhos de Chaplin, em 2010, e o segundo Por dentro do Renascimento, em 2011.
Esse ano foi a vez de Mentes que voam, realizado com as turmas 1701, 1702, 1706 e 1707. O roteiro e o storyboard foram elaborados por todas essas turmas. Em seguida, foram organizadas equipes de arte final e sonorização. A primeira ficou encarregada da reprodução dos quadros (frames) de animação, enquanto a outra produziu a narração e os efeitos sonoros. A edição final foi feita junto ao Anima Mundi.
E agora, com vocês, Mentes que voam!
Imagens diretamente do estúdio...
Esse ano foi a vez de Mentes que voam, realizado com as turmas 1701, 1702, 1706 e 1707. O roteiro e o storyboard foram elaborados por todas essas turmas. Em seguida, foram organizadas equipes de arte final e sonorização. A primeira ficou encarregada da reprodução dos quadros (frames) de animação, enquanto a outra produziu a narração e os efeitos sonoros. A edição final foi feita junto ao Anima Mundi.
E agora, com vocês, Mentes que voam!
Imagens diretamente do estúdio...
Alunos da turma 1707 produzindo o storyboard.
Alunos da 1702 elaborando o storyboard.
Produção dos frames usando a mesa de luz.
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